Resposta nº 5 de 2026
Identificação Básica
Tipo de Matéria Legislativa
Resposta
Ano
2026
Número
5
Data de Apresentação
12/01/2026
Número do Protocolo
316
Tipo de Apresentação
Texto Original
Numeração
Matéria Principal
Outras Informações
Apelido
Dias Prazo
Matéria Polêmica?
Não
Objeto
Regime Tramitação
Comum
Em Tramitação?
Sim
Data Fim Prazo
Data de Publicação
É Complementar?
Não
Origem Externa
Tipo
Número
Ano
Local de Origem
Data
Dados Textuais
Ementa
Ao cumprimentá-lo cordialmente, vimos pelo presente, em atenção a indicação nº1705/25, em atendimento à proposição da Vereadora Karina Rocha, a qual solicita a viabilidade para a criação de salas sensoriais nas EMEIs e EMEFs do Município, conforme manifestação da Secretaria de Município de Educação a Secretaria de Município da Educação seuge os seguintes esclarecimentos:
Reconhecemos a relevância da proposta, especialmente considerando os benefícios que ambientes sensoriais podem proporcionar a estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e outras neurodivergências, promovendo bem-estar, inclusão e apoio pedagógico diferenciado.
A implementação de salas sensoriais demanda construção de espaços físicos específicos, devidamente planejados e equipados, o que implica em investimentos estruturais e orçamentários significativos.
No momento, diante das limitações existentes, a Secretaria entende que os (as) professores (as) e equipes pedagógicas já desenvolvem, junto aos alunos, atividades sensoriais integradas cotidiano escolar, utilizando recursos já disponíveis e metodologias inclusivas. Essas práticas têm se mostrado eficazes para enriquecer o processo pedagógico, estimular o desenvolvimento integral dos estudantes e fortalecer a política de educação inclusiva.
Reiteramos nosso compromisso em avaliar alternativas e buscar parcerias que possibilitem, futuramente, a criação de salas sensoriais nas escolas municipais, conforme viabilidade técnica e financeira.
Agradecemos a iniciativa de Vossa Excelência, que reforça a importância da pauta da inclusão educacional, e colocamo-nos à disposição para dialogar sobre estratégias conjuntas que possam ampliar os recursos destinados ao atendimento das necessidades sensoriais dos alunos.
Reconhecemos a relevância da proposta, especialmente considerando os benefícios que ambientes sensoriais podem proporcionar a estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e outras neurodivergências, promovendo bem-estar, inclusão e apoio pedagógico diferenciado.
A implementação de salas sensoriais demanda construção de espaços físicos específicos, devidamente planejados e equipados, o que implica em investimentos estruturais e orçamentários significativos.
No momento, diante das limitações existentes, a Secretaria entende que os (as) professores (as) e equipes pedagógicas já desenvolvem, junto aos alunos, atividades sensoriais integradas cotidiano escolar, utilizando recursos já disponíveis e metodologias inclusivas. Essas práticas têm se mostrado eficazes para enriquecer o processo pedagógico, estimular o desenvolvimento integral dos estudantes e fortalecer a política de educação inclusiva.
Reiteramos nosso compromisso em avaliar alternativas e buscar parcerias que possibilitem, futuramente, a criação de salas sensoriais nas escolas municipais, conforme viabilidade técnica e financeira.
Agradecemos a iniciativa de Vossa Excelência, que reforça a importância da pauta da inclusão educacional, e colocamo-nos à disposição para dialogar sobre estratégias conjuntas que possam ampliar os recursos destinados ao atendimento das necessidades sensoriais dos alunos.
Indexação
Observação